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Profissional desconhece funções das instituições
s biomédicos têm se mostrado satisfeitos de uma maneira geral com a atuação do CRBM, mas se revelam insatisfeitos diante do não cumprimento das leis trabalhistas, de ausência de melhores condições de trabalho, de baixa remuneração por seus serviços e da falta de organização em maior número de cursos e simpósios, de acordo com recentes pesquisas feitas pelo CRBM. Ou seja: não sabem, ainda, quais as funções básicas de um conselho, uma associação ou um sindicato.
“O que chama a atenção é a ansiedade comum do profissional e suas queixas com relação a uma atuação mais forte em áreas que não são de competência do Conselho, mas sim de associações ou do sindicato de classe, uma vez que a função básica do CRBM é orientar e fiscalizar”, define Marco Antonio Abrahão, presidente do órgão.
“Mas é sempre bom deixar bem claro que uma associação e um sindicato só se tornam fortes se puderem contar com o apoio da categoria e isso não vem ocorrendo”, acrescenta. “Por isso é que conclamamos os profissionais biomédicos, principalmente os mais jovens, para que apoiem associações, sindicato e conselhos, para que possa haver igualdade de direitos para todos, pois só com união e apoio a categoria alcançará os seus objetivos e ficará cada vez mais forte”.
Na visão de Marco Antonio Abrahão os biomédicos não têm conseguido fazer prevalecer os seus direitos “devido ao ainda frágil nível de organização da nossa categoria”. Ele recorda que as dificuldades são inúmeras. “Dentre elas o corporativismo arraigado de todas as demais instituições. Mas não adianta só reclamar. Precisamos ultrapassar esses obstáculos, derrubar barreiras, nos organizando”.