esquisadores
da Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, identificaram,
em experimentos com levedo, um gene capaz de prolongar a vida de
organismos. A descoberta pode abrir horizontes para o estudo do
envelhecimento humano e de meios de prolongar a vida.
De acordo com os estudos, certas espécies de levedo dotadas
de um gene conhecido como PNC1 vivem até 70% mais do que
outras com configuração genética diferente.
Regulador genético A equipe de Harvard acredita
que o PNC1 é o primeiro regulador genético do tempo
de vida a ser descoberto. Como provavelmente existem genes semelhantes
nos seres humanos, os cientistas esperam que um dia seja possível
manipulá-los ou simulá-los para prolongar a vida
e proteger a saúde contra os males da velhice. Há
muitos anos os pesquisados já sabiam que a restrição
drástica do consumo de calorias pode prolongar significativamente
a vida de organismos como moscas-das-frutas, vermes
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